quarta-feira, 27 de junho de 2012

Vacina da gripe

Esse ano eu e o André resolvemos dar a vacina da gripe nas crianças de novo porque a gripe A anda por aí de novo.
O Matheus reagiu super bem e a Lua ainda na mesma noite reclamou bastante de dor no bracinho.
No dia seguinte a Lua estava com o nariz correndo e secreção nos olhos e no domingo ela estava acabada, tadinha. Os olhos estavam vermelhos, lacrimejantes e saía muita secreção. O nariz estava super congestionado e a tosse encatarrada. No final do dia os olhos estavam inchados e arroxeados então fomos no banco de olhos e a doutora diagnosticou conjuntivite.
Comecei a medicar e na segunda feira o aspecto era 60% melhor. A noite ela já estava com os olhos clarinhos e na terça feira era inacreditável que no domingo ela teria estado tão ruinzinha porque ela estava 100%.
Conclusão: Essa vacina é violenta, mas varia de organismo para organismo porque o Matheus não teve absolutamente nada.

domingo, 17 de junho de 2012

Primeira apresentação

Cheia de charme e muito encabulada a Lua participou da primeira apresentação de balé na escola.
O presente foi para o Opa e para a Oma no chá que a escola promoveu em homenagem ao dia dos avós.
Coisa mais amada meu pingo de gente em cima do palco!

sábado, 16 de junho de 2012

O tempo passa

Caramba, como faz tempo que não escrevo nada! O lado bom disso é que está tudo bem, a vida se encaminha.... e o lado ruim é que a gente não registra as pequenas coisas e é só com registro que os pequenos e não menos preciosos acontecimentos serão lembrados.
Mas estamos com a graça de Deus vivendo uma época sem grandes altos e baixos.
As crianças estão super bem, cada um com sua personalidade, seu jeito, seus gostos e manias. As vezes (muitas vezes) é difícil de lidar porque os interesses são conflitantes, ou seja, o que um quer o outro não quer de jeito nenhum e aí haja negociação e criatividade tantas vezes em vão.
A escola eles amam de paixão, inconcebível faltar (eles não tem uma falta sequer). Podem estar resfriados e até com febre, se eu digo que não vão para a escola é aquele escândalo então medico e deixo ir. Nas duas ou três vezes que algum deles foi para escola febril eu mediquei, conversei com a profe e monitorei por telefone durante a tarde para buscar mais cedo, quando passasse o efeito do antitérmico. E eles sempre voltam felizes, alías, sair ainda é difícil... "Mamãe, vamos ainda um pouquinho na cantina?"
As professoras são super queridas e tem me ajudado principalmente com o Matheus que anda birrento. A profe Mari conversa com ele e eu aproveito em tudo o esquema família+escola que a escola propõe.
Eles amadureceram bastante no raciocínio, na conversa, no entendimento e percepção das situações. A Lua está falando muito bem, é super desembaraçada, se expressa com clareza. O Matheus ainda é mais enroladinho, tem a situação da gagueira que de vez enquando continua pegando.
Nosso clima doido já fez dois resfriados em cada um e o Matheus já passou por uma rodada de antibiótico, no mais, continuo bem satisfeita com a homeopatia que eles estão usando já faz mais de um ano. Até a vacina da gripe que eles tomaram esse ano foi homeopática.
A alimentação tá num momento "quem só come batata frita fica gordinho" e a escola ajuda demais demais, então a Lua come alguma coisa e pergunta: "É saudável mamãe?" Não que a minha resposta vá fazer ela mudar de idéia entre comer ou não comer mas pelo menos ela questiona.
Enfim... vivendo e aprendendo. Aprendendo muito.... e estamos todos sobrevivendo!
Beijo a quem passar por aqui.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Coisa de menino. Coisa de menina.

Na escola do Teteu e da Lua tem balé e judô. É o dia preferido da dupla. A Lua coloca a sainha rosa, o tule no cabelo, a sapatilha na mochila e vai toda toda para a aula.
Enquanto as meninas fazem balé os meninos fazem outra atividade em sala e mais tarde todos se encontram para juntos fazerem o judô. Mas o Matheus tava meio incomodado: Porque as meninas fazem judô e os meninos não fazem balé? E observando a satisfação da Lua ele disse que queria ir no balé.
Essa conversa dele durou umas duas ou três semanas então falei com a professora e ela disse que meninos podem participar da aula, apenas não tem meninos por falta de procura (e por falta de estímulo, afinal os meninos fazem outra atividade durante o balé das meninas).
Então.... hoje o Matheus fez a aula de balé.
A professora disse que ele participou o tempo todo e saiu feliz da vida. Diz ele que quer ir de novo.
Well... xô preconceito, meu filho gostou do balé!

Gagueira

Gente o Matheus tá aflito, ele tá se enrolando todo pra falar.
A pa-pa-palavra não sai e ele trava, fica todo nervoso e aí que não sai mesmo.
Tento ajudar, peço para ter calma, respirar e tentar de novo.
Alguém tem alguma dica sobre como posso ajudá-lo a passar por essa fase chata?

domingo, 15 de abril de 2012

A vida... e a morte

Quando a morte de alguma forma chega perto me coloco em um estado reflexivo sobre a fragilidade da vida. Seja uma grande tragédia coletiva ou a partida de uma pessoa conhecida, a passagem repentina é algo que nos paralisa, que nos choca. E penso que nos choca porque nos coloca frente a frente com o inevitável.
Tanto no caso do acidente de avião anos atrás, quanto no caso do parente distante que faleceu essa semana eu me pergunto: Em que momento da vida essas caminhadas foram interrompidas? Essas pessoas fizeram a sua vida valer a pena? Essas pessoas deixaram desafetos? Deixaram um amor? Essas pessoas deram um beijo de bom dia antes de sair de casa? Deixaram contas para pagar? Ou um café marcado com alguém para o dia seguinte?
Certamente muitos assuntos estavam em aberto porque ninguém sabe quando é o último dia. Claro que não é possível viver o dia de hoje "como se não houvesse amanhã", mas levar em conta essa possibilidade pode nos ajudar a avaliar o que vale a pena ou não. Sair de casa brigado com alguém, deixar de aproveitar um dia de sol com a família para ficar em casa no computador ou na TV, se deprimir ou se revoltar com assuntos dos quais as soluções estão fora do seu alcance, permitir que algo te consuma ao ponto de outras coisas tão ou mais importantes da vida fiquem em segundo (ou terceiro, ou quarto) plano. De nada adianta um dia chorar sobre um caixão, o que queremos fazer/dizer/viver deve ser feito em vida.
Um dia eu li - não lembro onde - que todos os dias devemos fazer algo que seja realmente importante, algo por menor que seja, que faça aquele dia valer a pena (...fazia tempo que eu não lembrava disso).
Enfim... o fato é que a vida é frágil e logo ou daqui a muitos anos o último dia vai chegar provavelmente sem anúncio, sem marcar hora e sem dar tempo para despedidas, pedidos de desculpas e para aquele café que sempre fica para qualquer dia desses.
Não é possível viver como se não houvesse amanhã, mas também não é prudente viver como se o último dia nunca viesse bater na nossa porta.

"Eu sei que todos os dias quando eu acordo Deus dá um sorriso e me diz: Estou te dando a chance de tentar de novo." (Caio Fernando Abreu)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

O Beleléu e o bico

Nessa semana ganhei um ajudante que fez uma diferença danada aqui em casa: o Beleléu. Ele chegou aqui em casa na forma de um balão verde com um rosto desenhado com pincel atômico e uns fios de lã no topo fazendo o cabelo.
A professora contou que o Beleléu é um monstrinho verdinho, gordinho e bonzinho que gostava muito de brinquedos, então quando ele encontra brinquedos fora do lugar ele leva pra casa dele para brincar (claro que os pais precisam ajudar nessa parte, mas aqui não foi necessário). Sei que o tal bendito Beleléu tá com um ibope danado aqui em casa e estamos experimentando uma ordem inédita! Eu não preciso nem falar nada... eles brincam e depois entre eles "vamos guardar para o Beieiéu (segundo o Matheus) não pegar os brinquedos!"
Fantástico! Obrigada professora Mari!
E o bico (chupeta)? A Lua largou fazem uns 3 meses e o Matheus (que sempre foi super apegado ao bico) esqueceu dele acho que a aproximadamente um mês. Sim, eles simplesmente pararam de pedir, sem trocas, sem  negociação, aconteceu por eles e no tempo de cada um. Eu atribuo a escola... não houve qualquer incentivo, mas eles estão "ocupados" com a escola, mentalmente ocupados e realmente esqueceram do bico.
Ponto pra vocês filhotes! Parabéns.... cada um no seu tempo largaram o amigo bico!